Por: diario | 30/05/2013

O presidente da LRF quer evitar surpresas como em 2012, quando o convênio não foi repassado integralmente

O campeonato promovido pela Liga Riossulense de Futebol vai começar somente quanto o dinheiro prometido pelo governo do Estado, através da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte, estiver depositado na conta da entidade. A afirmação foi feita pelo presidente, Osmar Correia, durante reunião realizada na terça-feira à noite com os dirigentes dos 18 clubes inscritos previamente. A data prevista para começar é 20 de julho, mas para o problema ocorrido na temporada passada não se repetir, o dirigente tomou essa postura, com o aval. A FMD de Rio do Sul foi impedida de participar porque o técnico Paulão, representante da equipe, não apresentou a lista de confirmação e nem entregou o cheque-caução no valor de R$ 1 mil, conforme havia sido estabelecido na reunião anterior.

Correia explicou que o projeto solicitando recursos para pagamento da taxa de arbitragem e demais despesas, com valor em torno de R$ 110 mil, foi entregue na primeira semana de maio, em Florianópolis. “Hoje (terça-feira) tivemos a confirmação do assessor do secretário Beto Martins que já está na terceira fase, aguardando parecer dos técnicos do Tribunal de Contas, etapa que antecede o aval do governador”. O presidente observou que isso deve acontecer até no dia 20 de junho. “Errar uma vez é normal, mas repetir ai seria burrice”, fazendo referência ao ano passado quando o dinheiro não veio e os clubes tiveram que arcar com as despesas. O Atlético da localidade de Ribeirão Pequeno, em Taió, campeão em 2009, vai desistir caso o governo do Estado não repasse o recurso.

Independente da questão administrativa, os dirigentes aprovaram por maioria de votos o sistema de disputa da Taça SDR. Os 18 clubes serão divididos em quatro grupos, dois terão cinco e os outros dois, com quatro. Todos jogarão entre si em turno e returno. Em todos os dois com melhor desempenho técnico avançam para as quartas de final. A outra fórmula apresentada pelo diretor-técnico Juvenal do Rosário, que acabou recebendo apenas quatro votos favoráveis previa dois grupos com nove, com jogos apenas de ida. O representante do União, de Taió, Moacir Oenning Júnior, alegou que seria inviável financeiramente porque poderia pegar os favoritos ao título fora de casa. O arbitral será no dia 7 de julho, mas a fórmula está aprovada preliminarmente.