Por: diario | 18/09/2018

Candidata à deputada estadual pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN), Sandra Parma não tem um histórico na política, mas diz que colocou o nome à disposição por acreditar principalmente no movimento “O Sul é o meu país” e também pela renovação política. A rio-sulense morou 18 anos em São Paulo, mas voltou para o Alto Vale há cinco anos.

“Entrei nesse movimento movida pela revolta com a política, com a corrupção, com a economia instável do Brasil e esse foi o motivo por eu entrar nessa causa independentista que no meu modo de ver é a única forma de mudar”, relatou.

Em relação ao “Sul é meu país” a candidata acredita que se eleita poderá representar e integrar a ação ainda mais.

“Quero levar o movimento O Sul é o meu país para dentro da Alesc, trabalhamos aqui fora, mas é difícil e se tivermos um representante lá dentro, com certeza a voz do movimento será ouvida. O Sul tem um modo diferente de pensar, tem valores diferentes, têm princípios, eu luto para que a gente tenha a nossa valorização, do nosso jeito catarinense”, disse.

Quer receber as notícias no Whatsapp? Clique aqui

Em relação a BR-470 Sandra destaca que se eleita, uma das prioridades é focar na duplicação da rodovia.

“Ela envolve todas as cidades em Santa Catarina, não posso prometer duplicação porque na prática não é bem assim, mas vamos fazer áreas de escape e aos poucos uma terceira pista para fluir o trânsito melhor em toda a região”, disse.

Sobre a Educação Sandra enfatiza a necessidade de o Ministério da Educação manter a história do Brasil e não tirá-la dos livros.

“Nós somos apegados à história, aos antepassados, as guerras que aconteceram. Toda essa revolução está sendo apagada e nós estamos tendo um presente sem passado, só que a valorização do passado precisa ocorrer”, pontua.

Ela afirma ainda que o que a motivou a entrar na política foi o movimento e que é defensora dessa pauta, mas esclareceu que o movimento não apoia nenhum candidato.

“O movimento não apoia nenhum candidato, mas eu apoio a pauta do movimento e estou disposta a defender isso na Alesc. O movimento prega maior autonomia ao Estado de Santa Catarina, vamos pedir auditoria da dívida pública, a gente quer também que as cidades tenham mais autonomia, pois hoje o município fica com 18% da arrecadação e o restante vai pra Brasília e de lá não vai para outros estados e a gente quer exatamente o contrário, para que possamos gerir os nossos próprios recursos”, pontuou.

Em relação à participação ativa das mulheres que vêm crescendo nas eleições Sandra acredita que a classe pode revolucionar a política a partir das suas ações.

Quer receber as notícias no Whatsapp? Clique aqui

“A mulher , quando ela quer, quando ela decide, ela pode mover montanhas, elas têm uma sensibilidade extra para lidar com certos problemas. Precisamos mostrar que a mulher é competente e que ela tem condições de ser representada na política. Eu incentivo as mulheres a entrarem na política porque é importante.”

Tatiana Hoeltgebaum

Veja também as últimas atualizações: