Por: diario | 13/04/2018

O deputado estadual Gelson Merisio (PSD), pré-candidato ao governo do Estado, começou no mês de março, uma série de Sabatinas envolvendo as 21 Associações de Municípios. O projeto é intitulado por ele de “Sabatinas Regionais com Gelson Merisio”, e está rodando o Estado de Santa Catarina.

Na manhã de ontem (12), Itajaí sediou o encontro, e Merisio foi sabatinado na sede da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI). Já hoje (13), das 10h às 11h30, o local escolhido é o Hotel Aliança Express, em Rio do Sul. A transmissão acontece ao vivo e sem cortes.

A ideia é que jornalistas e lideranças da região e convidados, o questionem sobre como ele pretende trazer recursos para áreas prioritárias, opiniões no campo político, entre outros temas. Sobre qualquer assunto, sem censura ou a figura de um moderador. Essa é uma forma encontrada na política de debater os assuntos e conhecer as ideias de um político de forma transparente e direta.

A equipe do Jornal Diário do Alto Vale estará presente no encontro, e tudo aquilo que for falado pelo pré-candidato a governador, será divulgado na próxima edição.

PSD e MDB separados

Em uma das Sabatinas, o pré-candidato defendeu que só depois das convenções de agosto, haverá firmeza para saber o rumo a tomar. No entanto, ele é contundente em afirmar que a base do partido em Santa Catarina apoia o seu projeto. “Dos 172 candidatos a prefeito que tivemos nas eleições municipais, pelo menos 165 estavam contra o MDB. Se a maioria decidir, eles vão além daquilo que os líderes do partido falam”, pontua.

Além do apoio da base do partido, o pré-candidato conta, segundo ele, com pelo menos 10 partidos que o apoiaram. Entre eles, o Partido Progressista (PP), o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido Republicano Brasileiro (PRB). “Porém há uma posição minha e que eu vou defender com unhas e dentes dentro partido: nós não devemos estar com o MDB”, garante Merisio.

Defesa ao armamento

Uma das prioridades de Merisio é a Segurança Pública. Junto dela, o armamento da população. De acordo com ele, é preciso mudar o estatuto do desarmamento. “Numa propriedade rural, por exemplo, precisamos permitir que o agricultor defenda sua família. Os conceitos foram banalizados e se deu ao bandido o poder de fazer estrago que quer porque sabe da indefesa das famílias. Isto precisa ser revisto, afinal, desarmar na plenitude e anunciar que não existe armamento é incentivar o meliante”, defendeu.

Elisiane Maciel

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