Por: diario | 26/05/2017

Para ampliar a oferta de alimentos e ao mesmo tempo gerar incentivo aos produtores rurais, a Secretaria de Educação (SEDUC), em parceria com a Diretoria de Agricultura da Prefeitura de Rio do Sul, realizou na manhã desta quinta-feira (25), uma reunião no bairro Albertina, interior de Rio do Sul, para apresentar propostas, ouvir os agricultores parceiros do programa de alimentação escolar e anunciar a homologação da chamada pública para a aquisição dos produtos da merenda escolar, que cresceu 83% em relação ao ano passado.

A reunião contou com a presença do prefeito José Thomé e do secretário de Infraestrutura (SEINFRA), Fabio Alexandrini. Na oportunidade, Thomé mostrou aos agricultores os documentos já assinados por ele, que garantem o valor mais alto este ano em investimento da chamada pública para a aquisição dos produtos da merenda escolar. “Queremos manter essa relação próxima e de dialogo com os nossos agricultores. Com esse investimento, aumentamos a capacidade de compra e de ganho para a agricultura familiar, além de garantir uma alimentação saudável e de qualidade às nossas crianças”, comentou o prefeito.

É previsto em lei o investimento de pelo menos 30% dos recursos da merenda escolar em produtos dos agricultores do município, porém a intenção da secretária Janara Mafra e do prefeito Thomé é de ampliar ainda mais a oferta, como por exemplo, aumentando a variedade dos alimentos ou até a realização de um número maior de chamadas públicas durante o ano letivo. No ano passado a prefeitura investiu R$ 288.606,​​​​​​​​​​​​​​​​​​07 na primeira chamada. Neste ano, na primeira chamada pública, o investimento em merenda escolar foi de R$ 530.550,20.

“Como esse dinheiro vem do Ministério do Desenvolvimento Agrário, aproveitamos para investir naquilo que trará mais qualidade de vida às nossas crianças”, destacou a secretária. Além disso, a nutricionista da SEDUC, Aline Schaffer, que é a responsável por instruir os agricultores, fez algumas sugestões, para que os produtores diversifiquem a produção, como por exemplo de milho verde e tangerina.

De acordo com diretor Executivo de Agricultura, Darcy Vicari, os únicos produtos que ainda não podem ser fornecidos pelos agricultores são os gêneros secos (farinha, sal, açúcar) e também carnes. O restante como frutas, verduras, legumes e outros itens como bolachas e pães podem ser comprados com fornecedores locais. “Isso valoriza nosso produtor rural com um preço de mercado justo e, além disso, mantém a economia local”, finaliza o diretor.

Fonte: Assessoria de Imprensa de Rio do Sul


Mortes evidenciam importância de obras nas rodovias

Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogado

Nova Fase da Lava Jato investiga fraudes financeiras na Petrobras

Exposição fotográfica em Rio do Sul celebra a cultura haitiana