Por: diario | 06/12/2018

O vice-prefeito de Rio do Oeste, Luis Müller, cumpriu agenda na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em Florianópolis, para oficializar a entrega do projeto de implantação do Sistema de Tratamento do Esgoto, contemplando 100% do perímetro urbano da cidade.

O projeto possui um relatório técnico preliminar, onde é apresentado um diagnóstico da atual situação do município, incluindo dados referentes a localização, clima, acessos, população, topografia, hidrologia, características urbanas, condições sanitárias, entre outros. O documento traz ainda os estudos de concepção e viabilidade, destacando a melhor solução para implantação do sistema, sob o ponto de vista técnico, econômico, financeiro, social e ambiental.

Para implantação, o investimento estimado chega a R$ 13 milhões.

“Com esse material em mãos, elaborado e disponibilizado a 15 municípios de Santa Catarina pela Funasa, viajo ainda esse mês a Brasília. O objetivo é iniciar as tratativas na busca por recursos, visando tirar o projeto do papel”, destaca o prefeito Humberto Pessatti.

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Tratamento de água

Também na Funasa, foi assinado o termo de cooperação técnica para implantação em Rio do Oeste de cinco Sistemas de Tratamento de Solução Alternativa e Coletiva de Água para Consumo Humano. O sistema é completo, composto por caixas com capacidade de armazenar até cinco mil litros de água, motobomba, clorador, tubulação, produtos químicos e filtros.

Serão contempladas com esses sistemas as localidades de Ribeirão Franzoi, Alto Sumidor, Toca Grande III, Serra São Jorge e Águas Verdes. A instalação, o monitoramento e a manutenção serão de responsabilidades da Funasa.

“Nos últimos dois meses, uma equipe técnica da fundação esteve em Rio do Oeste realizando estudos de viabilidade. Em uma dessas visitas, foram escolhidas as cinco propriedades particulares onde serão instalados os sistemas”, explica a fiscal sanitária sênior, Alci Léia Padilha.

Ficou decidido que a instalação, prevista para o início de 2019, vai ocorrer em residências que já possuem poços, mas onde a água não é potável, necessitando do tratamento.

“O sistema fica centralizado em um local da comunidade, mas deve contemplar todos os moradores que necessitarem de água limpa e tratada para o consumo das famílias”, finaliza Alci Léia.