Por: diario | 05/11/2019

 

Luana Abreu

 

Um projeto de lei aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores de Presidente Getúlio e sancionado pelo prefeito Nelson Virtuoso (MDB), em 2017, ainda não foi colocado em prática pela administração municipal. O PL determina que a prefeitura interdite aos domingos e feriados uma das ruas da área central do município para prática de atividades físicas.

 

Segundo o chefe de gabinete da prefeitura de Presidente Getúlio, José Adalcio Krieger, o PL ainda não foi regulamentado em virtude do grande movimento de veículos nesta região. “Presidente Getúlio está em crescimento constante e nós ainda não estudamos quais são os melhores locais e horários para propiciar isso às pessoas sem que atrapalhe a fluidez do trânsito”, explica.

 

O PL foi uma iniciativa do vereador Marcelo Martins (PSD). Ele explicou que o principal propósito é incentivar o entretenimento e a prática de esportes para a comunidade e a opção para que isso se concretize, seria de fechar uma das ruas já que o município não oferece uma estrutura para esse tipo de atividade. “Seria uma forma barata de proporcionar lazer aos nossos munícipes”, argumenta.

 

Como contra partida ao projeto, Krieger explicou que a prefeitura vem buscando outras formas de proporcionar momentos de lazer aos moradores. Um centro cultural deverá ser construído no município e o objetivo é de que junto a ele, seja implantado também um parque onde as pessoas poderão realizar suas atividades esportivas e recreativas.

 

As ruas que receberiam o projeto e consequentemente estariam fechadas aos domingos e feriados, entre às 08h e 12h, são: Rua Curt Hering, Rua Mirador e Rua Getúlio Vargas. Nestes dias, parte da pista seria interditada dando assim, a possibilidade para o tráfego de veículos.

 

O vereador acredita que o projeto ainda não foi implementado na cidade por falta de interesse da Administração ou por cunho político, já que ele faz parte da oposição a atual gestão. “Eles tiveram tempo para vetar o projeto, mas perderam o prazo. Se foi aprovado, deveria ter sido colocado em prática”.