Por: diario | 10/03/2018

O retorno de João Paulo Kleinubing ao DEM,

O deputado federal João Paulo Kleinubing aproveitou a evidência da convenção nacional do DEM, para deixar o PSD e retornar a antiga sigla. Mudança motivada pelas indiferenças com o pré-candidato do PSD a sucessão do governo, Gelson Merísio, que ainda não decolou nas pesquisas, e principalmente, a vontade pessoal de incluir na carreira uma eleição na majoritária estadual. Com um currículo que acumula cargos eletivos como ex-deputado estadual, ex-prefeito de Blumenau por duas vezes, ex-secretário de Estado de Saúde e atual deputado federal, está naturalmente credenciado a ocupar o espaço de pré-candidato do DEM ao governo do estado.

 

DEM rio-sulense em Brasília

Foto: DIVULGAÇÃO

O presidente do Democratas de Rio do Sul, Aldonir Xavier, deixou transparecer a felicidade em ter João Paulo Kleinubing novamente na sigla. O nome deverá dar fôlego ao DEM no estado, que com esta nova carta, ganhou força no jogo das composições. Xavier destaca também o fortalecimento dos diretórios municipais e vislumbra uma maior evidência do partido nas próximas eleições. Hoje o DEM apoia o prefeito de Rio do Sul, José Thomé (PSDB), cassado em primeira instância por Caixa 2, o qual aguarda decisão do colegiado do Tribunal Regional Eleitoral em Florianópolis, para saber se continua como prefeito de Rio do Sul, ou não.

 

Governador é denunciado por Caixa 2

Raimundo Colombo foi denunciado pelo Ministério Público Federal ao Superior Tribunal de Justiça por ter feito uso de Caixa 2 nas campanhas de 2010 e na sua reeleição em 2014. De acordo com a denúncia, mais de R$ 9 milhões em doações da Odebrecht, empresa investigada na operação Lava-Jato foram repassados à campanha sem os registros legais. O governador licenciado afirma que não pediu recurso de caixa 2 para ninguém, e que a defesa focou nas acusações de corrupção e propinas, as quais foram arquivadas. O Código Eleitoral pune com até cinco anos de reclusão e pagamento de multa o ato de “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”.

 

Bauer será investigado por Caixa 2

O senador tucano e pré-candidato ao governo de Santa Catarina, Paulo Bauer (PSDB), será investigado pela Procuradoria Geral da República pelo suposto crime de Caixa 2.

A abertura do inquérito foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e investiga o suposto recebimento de R$ 11,5 milhões para a campanha eleitoral de 2014, quando o tucano concorreu ao governo de Santa Catarina. O dinheiro teria sido repassado ilegalmente para a campanha de Bauer pela empresa Hypermarcas, hoje Hypera Pharma.

Em nota, o senador e pré-candidato respondeu que não recebeu qualquer valor e que “todos os recursos utilizados naquela campanha foram rigorosamente contabilizados tendo sido as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral”. Além disso, destacou a honradez e transparência que permearam sua vida pública nos últimos 37 anos, que confia no Judiciário e que está tranquilo em relação a sua inocência. Agora, a PGR fará uma investigação específica para depois decidir se apresenta denúncia.

 

O DEM do ex-prefeito Milton Hobus

“A gente ficou lutando e defendendo as bandeiras do partido durante esse período onde ele teve um declínio, e agora vemos a ascensão, o que nos dá muito crédito”. O declínio ocorreu após a migração dos Democratas para o PSD em 2011, partido criado pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que além de ter sido ministro do governo do PT, fez parte da base de apoio de Dilma Rousseff à reeleição.

Esta migração levou junto o ex-prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, eleito em 2004 pelo PP, reeleito em 2008 pelo DEM e eleito deputado estadual pela primeira vez pelo PSD.

 

Rodrigo Maia é pré-candidato a presidência

Na quinta-feira (8), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, foi lançado pelo DEM como pré-candidato a presidente da República. Em entrevistas concedidas, desacreditou a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) como alternativa para o extremismo do desconhecido candidato de esquerda, que deverá ser apoiado por Lula, e do (des) equilibrado, Jair Messias Bolsonaro. Para Maia, se uma candidatura alternativa de centro não for construída a tempo, os partidos vão “entregar a eleição para o PT, o Ciro (Gomes, do PDT) ou a Marina (Silva, da Rede)”.

 

Um representante do Alto Vale no Senado

Foto: DIVULGAÇÃO

A ativista ambiental Miriam Prochnow representará o Alto Vale do Itajaí em uma pré-candidatura ao Senado federal. Ela é fundadora da Apremavi, e possui 30 anos de experiência na área ambiental, sempre voltando esforços para proposição de Políticas Públicas, Sustentabilidade, Educação Ambiental e Desenvolvimento Institucional. Além das causas voltadas ao meio ambiente, ela aposta no anseio da população para a renovação política. “O partido está fazendo um esforço para apresentar nomes novos para que a sociedade tenha a opção de escolher pessoas com ficha limpa e experiência de trabalho e que defendam o interesse público”. Rogério Portanova é o pré-candidato ao governo. Morador de Florianópolis, é professor de Direito e Coordenador de Gestão Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem especialização em Sociologia Política, doutorado em Sociologia e Antropologia da Política, pela Universidade de Paris e pós-doutorado pela Universidade Lusíada de Lisboa.

 

Apoio ao setor madeireiro

Uma semana após receber todos os prefeitos do Alto Vale, o presidente da Alesc, Aldo Schneider (MDB), voltou a discutir o retorno do ICMS para alguns setores da economia. Dessa vez, foi o setor madeireiro do estado, que pediu prorrogação do Decreto estadual que reduz o impacto do imposto sobre as relações comerciais. O presidente em exercício do Grupo SINDIMADE/FLOEMA, Ricardo Rossini, saiu com a promessa de que o Decreto será reeditado, com validade até 31 de março de 2019. Caso contrário, o setor em Santa Catarina perderia até 30% do mercado de madeira serrada para os estados de Rio Grande do Sul e Paraná, que utilizam instrumentos semelhantes para incentivar o setor.

O radar está de volta

Os motoristas que transitam pela área central de Rio do Sul devem redobrar a atenção com as placas de velocidade. Com o argumento de garantir a segurança no trânsito, mas sem deixar claro que o grande objetivo é aumentar a arrecadação do município, o prefeito José Thomé (PSDB) autorizou a aquisição de um radar móvel para aumentar a fiscalização dos motoristas. Pelo menos a gestão atual foi mais inteligente em adquirir um equipamento próprio por R$ 147 mil, do que pagar um aluguel mensal de R$ 34 mil, como foi feito na gestão Gariba. O equipamento está em fase de testes e deve passar a fiscalizar oficialmente a partir do dia 19 de março.

 

 

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