Por: diario | 13/07/2017

Aprovada com grande margem de votos (50 a 26) no plenário do Senado, a modernização das leis trabalhistas reaqueceu o mercado e voltou a dar ânimo aos investidores do país. A avaliação é do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC), articulador da proposta enviada pelo governo e já aprovada em abril no plenário da Câmara. “As normas que regulamentam a relação entre patrão e empregado estão em vigor desde 1943.

Se o mundo já era diferente há três ou quatro décadas, imagine 74 anos atrás. Nem TV colorida existia, quem dirá internet! Já passou da hora de nos adequarmos às mudanças”, justifica o parlamentar.

Além dos avanços para o setor produtivo, a aprovação da reforma carrega conquistas pessoais para o deputado Peninha. Quatro projetos de lei de sua autoria foram incorporados ao texto e deverão se transformar em lei ainda nesta semana, após sanção presidencial. O que altera a CLT para aumentar de 20% para 50% a remuneração da hora extra. Um que regulamenta a intrajornada de 30 minutos, para que os funcionários possam sair mais cedo do trabalho, ou não precisem trabalhar aos sábados. Outro que permite que empregados com menos de 18 e mais de 50 anos possam fracionar o gozo de férias. E por último o fim ao Imposto Sindical.