Por: diario | 30/10/2018

O candidato derrotado Mauro Mariani (MDB) e o governador eleito Carlos Moisés (PSL) foram os que mais receberam recursos para as campanhas políticas por meio de financiamento coletivo. Os dois somaram cerca de R$ 160 mil, por essa modalidade.

Mariani foi quem recebeu a maior parte desse valor. O emedebista declarou à Justiça Eleitoral que os apoiadores de campanha lhe repassaram R$ 126.722,77, em financiamento coletivo. Já Moisés levantou R$ 34.279,00.

Ao todo, os candidatos catarinenses conseguiram R$ 403.467,31 por financiamento coletivo. Os números, porém, são parciais, já que a prestação de contas ainda não terminou.  Os políticos que participaram só do primeiro turno ainda podem entregar os dados até o dia 6 de novembro. Para quem participou do segundo turno, incluindo os presidenciáveis, o prazo se estende por mais 15 dias.

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O uso de financiamento coletivo para as campanhas foi uma das novidades deste ano para as eleições, junto com as doações feitas pela internet. Todas essas doações foram feitas por pessoas físicas, já que o financiamento por empresas está proibido desde 2015.

No Estado, as doações pela internet chegam a R$ 37,1 mil. Já as doações feitas por pessoas físicas diretamente aos candidatos somaram cerca de R$ 15 milhões, de acordo com o TSE.

Dados nacionais

Em todo o Brasil,o financiamento coletivo somou mais de R$ 15 milhões, até o momento. O valor corresponde 0,27% do custo das campanhas eleitorais que já entregaram a prestação de contas à Justiça Eleitoral.

Já as doações feitas diretamente aos candidatos pela internet somaram pouco mais de R$ 457 mil. Por outro lado, os políticos receberam R$ 458 milhões diretamente de pessoas físicas para realizar as campanhas deste ano.