Por: diario | 28/11/2018

O município de Dona Emma é um dos municípios que mais se destaca no retorno do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o chamado ICMS. De acordo com o secretário de Administração, Rubens Stanke, o último índice foi bastante expressivo e com o retorno neste ano a tendência é manter ou até mesmo superar os números para o índice de 2020.

O valor adicionado é utilizado para a definição do índice (fatia) de participação dos Municípios no retorno do ICMS para as prefeituras. Também é conhecido como movimento econômico das cidades, sendo calculado a partir da diferença entre as vendas e as compras das empresas.

Conforme Rubens comenta, até agora o município está com um crescimento no ICMS de 2,88%, mas os números ainda devem mudar.

Quer receber as notícias no Whatsapp? Clique aqui

“Em cima do movimento econômico do município, ele engloba a parte de agricultura, com as notas de produtor rural, e principalmente engloba a indústria e o comércio. Por exemplo em uma empresa, ela tem as compras e as vendas delas então a diferença que ela apura em um ano de compras e vendas, chamado de valor adicionado”, explica.

O secretário explica ainda que o valor arrecadado em 2018 entra no cálculo em 2020 e que com os retornos desse ano a expectativa de 2020 é positiva.

“É uma fórmula desenvolvida e conhecida por meio da Amavi. No nosso caso o município teve a construção de duas pequenas hidrelétricas e esse valor também acaba entrando no cálculo atual, a própria questão da industrialização que está bastante forte e a própria parte agrícola que a prefeitura incentiva bastante”, relata.

O último índice publicado pela Secretaria de Estado da Fazenda em 2017 revelou que apesar da crise nos últimos anos o município de Dona Emma está melhorando o cenário econômico e sua participação com o retorno do ICMS desde 2015. Os últimos dados apontaram que a cidade representou o valor de R$ 62.875.111,72 em relação ao valor total de Santa Catarina que foi de R$ 180.643.374.981,80. Levando Dona Emma na 8º colocação das cidades que mais incrementou sua participação no ICMS para 2018, com um crescimento de 2,49%.

Ainda em relação ao último índice entre as atividades de maior destaque estão: fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis, abate e fabricação de produtos de carne, além de comércio atacadista de matérias-primas agrícolas e animais vivos.

Tatiana Hoeltgebaum