Por: diario | 03/10/2019

Helena Marquardt

Em Dona Emma a Saúde tem ganhado cada vez mais atenção e através de diversas iniciativas o Município tem buscado melhorar a qualidade de vida da população, incentivando a prevenção de doenças ou atuando de forma rápida e humana quando elas não podem ser evitadas. Um dos projetos de maior destaque tem como foco a saúde bucal de crianças, jovens e adultos e com a proposta simples de levar informação, os resultados positivos já são percebidos por todos os moradores.

O projeto é realizado pela Secretaria de Saúde em parceria com a equipe do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) e consiste na visita de profissionais da odontologia a diversos grupos do município. Nos encontros, o dentista e a técnica em saúde bucal mostram a importância da higiene bucal, a forma correta da escovação e tiram dúvidas dos participantes, fazendo com que cada um cuide muito mais dos seus dentes e evite diversos problemas.

Na cidade, além de proporcionar atendimento de qualidade nas unidades de saúde, uma equipe de profissionais também visita as residências dos moradores que precisam de atendimento médico e odontológico, mas tem dificuldade de locomoção. Para receber as visitas, ossinteressados precisam apenas fazer a solicitação pelo telefone (47) 3364-2402.

A médica Ana Paula Ponce Medeiros, comenta as visitas são muito importantes e possibilitam um maior contato com o paciente e um tratamento mais eficiente e adequado. “Esse é um tipo de atendimento que é realizado por diversos profissionais, dependendo do que o paciente necessite. Pode ser o médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, nutricionista, psicólogo, ou fisioterapeuta. Todos esses profissionais podem estar fazendo o atendimento a domicílio já que essa é uma ferramenta utilizada pelo SUS desde 2006 e que faz parte do Programa Estratégia Saúde da Família. Esse tipo de atendimento já existia antes aqui, mas estamos buscando ferramentas para atender mais pacientes, inclusive os que não tem meio de transporte e que dependem de outras pessoas para levá-los até uma unidade de saúde.”

Outro alvo na cidade são os pacientes com problemas psicológicos que na maioria das vezes não procuram ajuda médica. “Pessoas deprimidas, com depressão, que não encontram forças nem coragem para procurar ajuda e essas visitas são uma forma de estabelecer um vínculo e um cuidado, porque na unidade as vezes a gente só pensa em curar a doença física, dar o remédio e tratar ele, mas na visita em domicílio a gente tira um tempo e consegue entender melhor como é sua família, o local onde ele mora, todo um contexto e isso nos ajuda a melhorar a qualidade do atendimento”, finaliza.