Por: diario | 2 semanas atrás

No próximo dia 12 de dezembro, no evento de encerramento das atividades do ano, integrantes do Programa de Desenvolvimento Econômico Local (DEL) de Taió vão festejar dois anos de atividade. Hoje, são mais de 100 pessoas que integram as Câmaras Técnicas do DEL e prestam serviços de forma voluntária. “São quase 100 voluntários diretos e indiretos, eu acho que a cidade comprou a ideia. Não só a cidade, como outras cidades também”, o presidente da Associação Empresarial de Taió (Aciat) e do Conselho do DEL, comentou Leandro Hiendlmayer.

Leandro destacou que a ideia do DEL surgiu dentro do Núcleo de Jovens Empreendedores da Aciat. “A Aciat tem vários núcleos setoriais e dizem que o Núcleo de Jovens é o pulmão da associação. Muitas ideias surgem ali, como o DEL, e essa ideia foi passada para a diretoria, que colocou o projeto para frente”. Depois disso, a ideia precisaria ser “vendida” para a sociedade, vereadores e Prefeitura. “Hoje o DEL é exemplo para outras cidades”.

O presidente citou o exemplo de representantes da cidade de Gaspar e de outros municípios, que já buscaram informações sobre o que se está sendo feito em Taió.

Santa Catarina já conta com 16 cidades que adotaram o programa DEL como uma ferramenta de gestão compartilhada através da participação da iniciativa público-privada no incentivo de projetos a curto, médio e longo prazo, através do Conselho de Desenvolvimento Econômico Local.

O DEL deu tão certo em Taió que foi selecionado pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) para ser apresentado no I Fórum Internacional Pró-Município. O evento em Araxá (MG) fez parte da programação do Congresso das Associações Comerciais e Empresariais de Minas Gerais. O programa de Taió foi apresentado como case para a Inovação na Gestão Pública. O prefeito Almir Reni Guski acompanhou Hiendlmayer no evento nos dias 22 e 23 de novembro.

“Fomos convidados para mostrar o que está acontecendo aqui em Taió para 27 representante das cidades mineiras, que estão há cinco meses iniciando o projeto”.

Hiendlmayer conclui que o programa veio para ficar. “Com tanta gente envolvida é impossível voltar atrás, com tantos projetos sendo executados, projetos de médio e longo prazo sendo pensados, planejados. São quase 100 voluntários, pessoas da comunidade, brigando por isso. É uma força que só vai para frente, só se tiver muita briga (risos), mas ninguém quer isso, essa fase já passou”, finalizou.

Alexandre Salvador