Por: diario | 27/09/2018

Candidata a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Ana Paula Lima defende principalmente a sua área de atuação que é a saúde, mas em visita ao Jornal Diário do Alto Vale também falou da duplicação da BR-470, incentivo a criação de leis mais rigorosas em defesa dos animais e ainda a redução da máquina pública.

“A BR 470, há muito tempo já é pauta das nossas reivindicações quero aqui reafirmar que enquanto deputada estadual, o Décio enquanto deputado federal e a senadora Ideli Salvati, nós locamos no orçamento da união para que ela fosse duplicada, primeiro porque houve uma disputa judicial muito grande, era da União foi para o Estado e voltou para união. Enquanto não houvesse o desmembramento desse processo judicial nós não conseguimos trabalhar”, afirmou.

Entre as ações realizadas para diminuir a máquina pública a candidata destaca algumas já desenvolvidas enquanto deputada estadual e citou a extinção das agências de desenvolvimento regional.

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“Enquanto deputada estadual já fiz economia na legislação do nosso estado, entre elas a diminuição de privilégios na assembleia legislativa, a última foi a questão do corte para pagamento de atendimento de saúde para parlamentares, reduzimos recesso parlamentar, e acabamos com o pagamento das sessões extraordinárias. São economias que traduzimos em legislação e garantiu uma sobra de recursos na assembleia legislativa. Já a extinção das ADR’s geraria uma economia de 644 milhões para os cofres de Santa Catarina, ”, disse.

Em relação a sua área de atuação a candidata defende aumento de orçamento para o Sistema Único de Saúde, O SUS.

“O sistema está sim ameaçado e precisamos maiores investimentos nessa área para atender a nossa população”, completou.

Outro tema citado pela candidata petista na entrevista foi a participação das mulheres na política e a falta de legislações e direitos voltados ao público feminino.

“As mulheres estão vivendo um pouco mais de 80 anos, podendo votar e ser votada. A participação das mulheres é imprescindível porque elas fazem a luta coletiva de homens e mulheres. Nosso estado infelizmente não cuida bem das mulheres, nós temos um feminicídio por dia pelo simples fato de ser mulher. Temos que ter legislações mais específicas, apesar da lei Maria da Penha existir, mas que elas possam sem implementadas. Infelizmente nosso estado não remunera as mulheres e os homens de acordo com o trabalho exercido, as mulheres fazem o mesmo trabalho e recebem menos”, revelou.

Tatiana Hoeltgebaum