Por: diario | 10/12/2016

Reunidos em um seminário sobre gestão pública promovido pela Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), os novos prefeitos que foram eleitos para a próxima gestão, se reuniram em assembleia para votar no novo presidente da entidade. Conforme ocorre em acordo a vaga é ocupada pelo representante de um partido a cada ano. O PMDB que terá a maioria das prefeituras da região a partir do ano que vem, é quem estará à frente da diretoria no exercício 2017.

Embora nem todos os prefeitos eleitos pela sigla estivessem presentes no momento da votação, o presidente escolhido foi o prefeito reeleito em Rio do Oeste, Huberto Pessatti, o Betão. Geovana Gessner eleita em Trombudo Central será a primeira vice-presidente e César Cunha (PSDB), prefeito eleito em Agronômica ficou com o cargo de segundo vice-presidente.

A eleição por aclamação do novo presidente da Amavi, ocorreu de forma rápida. Pessatti agradeceu a oportunidade de ocupar o cargo na Associação que considera fundamental no desenvolvimento dos municípios da região. “É um orgulho muito grande, ser presidente da Amavi, assim como todos os outros prefeitos que passaram, através dessa instituição que tanto fez pelo Alto Vale e que tanto faz, porque os municípios, precisam da Amavi para continuarem crescendo”, declarou.

O novo presidente comenta que já conversou com o secretário executivo da Amavi, Agostinho Senem, a diretoria deve assumir oficialmente e iniciar os trabalhos no fim do mês de janeiro. “A gente com certeza vai se dedicar muito para que a gente continue trabalhando, continue fazendo a nossa parte, não quero ser presidente simplesmente por ser presidente, quero ser atuante, participativo, junto com a nossa diretoria, e vai ser bom, a grande maioria do pessoal da diretoria, são prefeitos novos, então entram com muita vontade, disposição”.

Betão terá que se dividir entre a gestão de Rio do Oeste e as demandas da Amavi, situação que não deve ser problema, já que ele já começar a se planejar para cumprir expediente semanalmente na sede da Associação. “É questão de logística, e de se organizar, já falei com o Agostinho, meio dia por semana, ao menos quero despachar na Amavi, isso eu tenho de fazer a minha parte, enfim e me organizar para isso e farei isso com certeza, porque é necessário e se a gente assumiu a gente vai fazer pode ter certeza”, garantiu.

Uma das prioridades de Pessatti é manter a relação de proximidade com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e com a Federação Catarinense de Municípios (Fecam). “Eu venho acompanhando e lendo muito sobre essas entidades que também representam os municípios do Brasil e do Estado e é muito importante a Amavi estar pertinho dessas duas instituições, porque elas vêm fazendo um trabalho muito grande, buscando muitos recursos e resolvendo muitos problemas para os municípios”, disse.

A implantação da Usina de Reciclagem, que está parada no projeto, vai ser analisada pelo novo presidente, Betão comenta que dificuldades econômicas e a falta dos recursos financeiros que viriam da União e do Estado, travaram a implantação. “É uma situação que vamos discutir e correr atrás, não significa porque a questão econômica não está boa que tem que parar tudo, afinal de contas problemas existem, mas a gente tem que resolver o mínimo ao menos”, concluiu.

Albanir Júnior