Por: diario | 06/03/2019

Os deputados federais catarinenses que foram reeleitos em 2018 não abriram mão do auxílio-mudança, mesmo que boa parte não irá se mudar. Entre os políticos que aceitaram o recurso estão Rogério Peninha Mendonça e Celso Maldaner, do MDB; Pedro Uczai, do PT; Carmen Zanotto, do PPS; e Geovânia de Sá, do PSDB. Os parlamentares que já moravam em Brasília, mesmo assim embolsaram cada um, R$ 33,7 mil para se “mudarem”.

Nessa contrapartida é importante destacar que dois outros deputados federais catarinenses: Caroline de Toni (PSL) e Gilson Marques (Novo), embora tenham sido eleitos pela primeira vez, abriram mão do benefício.

A deputada Caroline de Toni, disse em um vídeo publicado em sua rede social, o motivo de não aceitar o benefício. “Foi protocolado o documento do que eu estou abrindo a mão. O auxílio mudança é um salário a mais, para apenas os deputados se mudarem para Brasília e assumirem o cargo. O dinheiro público deve ser encarado como algo sagrado, não deve privilegiar ninguém. Além de ilegal, para mim o auxílio é imoral, contem comigo para cortar os privilégios existentes no país, vamos em frente”.

A equipe do Diário do Alto Vale tentou contato com os outros deputados catarinenses, como Rogério Peninha Mendonça, Geovânia de Sá e também com Gilson Marques, porém não obteve sucesso.

Tatiana Hoeltgebaum