Por: diario | 13/04/2019

Atualmente convivemos com um problema bem sério, que é a desinformação, isto é, falta de conhecimento específico e científico sobre um tema qualquer, e que utiliza o saber popular como referência base gerando notícias falsas, as vezes propositalmente. O que potencializa isso é estarmos existindo em uma época em que a propagação de “Fake News” pode ser potencializada ao máximo com as redes sociais e programas de mensagens ilimitados.

A grande questão é quando grandes organizações utilizam este tipo de situação para criar uma corrente de informação falsa impactante e extraordinária para desviar a atenção de um outro tema polêmico (geralmente um problema sério) acontecendo ou mesmo despertar o ódio, o desgosto no alvo de tal notícia falsa.

Este tipo de “ferramenta” é muito utilizado no mundo da política internacional, e recentemente esta “técnica” veio para o Brasil no ano passado, onde a população sofreu com uma enxurrada de notícias falsas, geralmente compartilhadas por um aplicativo de celular com a logo verde, para direcionar o voto contra ou a favor de um candidato “x”. Inclusive um dos grandes problemas dos aplicativos de mensagens instantâneas é a quase nula regulação de dispersão de notícias falsas, até porque deve ser bem difícil controlar tal situação e envolveria de certa forma espionar o que cada cidadão que utiliza da plataforma está escrevendo, criando uma situação muito pior.

É um assunto bem sensível, que envolve uma análise profunda do comportamento das grandes organizações, da população e das tecnologias, o objetivo desta coluna é apenas despertar os leitores da possibilidade que constantemente estão recebendo algum tipo de informação falsa que pode prejudicar, uma pessoa, uma instituição, ou mesmo toda uma estrutura social e com isso gerar prejuízos gigantescos a sociedade.

Destaco também que as “Fake News” prejudicais não estão só vinculadas a grandes organizações, mas também está vinculada a todas as camadas da sociedade, e vem prejudicando diversos tipos de pessoas, empresas, famílias e políticos.